segunda-feira, 12 de junho de 2006

O mundo de hoje parece já ter-se acomodado com a efemeridade de tudo: lanche no lugar das refeições, bate-papo em lugar de uma boa conversa e 'internet' como veículo maior da pressa (textos curtos e atorados ao invés de boas leituras, namoros virtuais que duram enquanto se está conectado etc.)... O mais triste são as gafes que se pode cometer num mundo tão breve! Final do ano passado, por exemplo, aconteceu mesmo comigo: reencontrava uma conhecida que, uns cinco anos antes, havia-se casado com um grande amigo da faculdade "- Olá, como vai? E o Alberto?" "- Nós nos separamos há um ano..." "- Sinto muito...", como se se tratasse de algo digno de pêsames, aquele casal, que se amava tanto... Ao que ela respondeu: "- Que nada, é a vida!". Será? Bom, só sei que, com Jandira, as coisas têm mais envolvimento, profundidade e amor pelas coisas mais simples, como o simples estar junto, o confiar, o amanhã, que se repete depois, juntamente com a vida... Com ela tenho tantas certezas... A principal é a que, com ela, não tem risco de amigo nenhum cometer gafe alguma: "- Cadê Jandira? Vocês ainda estão juntos?!" "- Sim, e pode ficar tranqüilo em me perguntar isso para todo o sempre que a resposta será a mesma..."

Hoje, em homenagem à Jandira, a todos os namorados de alma (e não aos apenas de ocasião) e a todos os felizes com suas caras-metades, repito 'post' do dia dos namorados do ano passado, que conta um pouquinho da nossa história, participando do Post Comunitário da prima Micha

Post Comunitário


No 1° ano do 2° grau achei muito bom conhecer aquela nova colega que viera da cidade de Codó para a Capital estudar no Colégio Dom Bosco, uma escurinha inteligente, charmosa e excelente companhia. Aos poucos, de colega de classe ela foi se tornando amiga, e, ao final do 3° ano, depois de uma paixão frustrada minha, às vésperas dos vestibulares, entreguei-me a ela num namoro de exato um ano, cujos desencontros me levaram dela embora, de forma desorganizada e impensada... Envolvi-me com tantos outros carinhos femininos; ela, bonita e elegantemente, esperou por mim, firme... Pela universidade, os encontros fortuitos passaram a ser inevitáveis depois de um tempo, e a ex-namorada, próxima e mais próxima, passou a ampliar nossa comunicação, e, aos poucos, tornou-se novamente minha namorada, agora definitiva companheira, anos depois da separação incomunicada, anos depois dos reencontros... Passamos a não contar mais os anos, nem a lembrar as perdas do tempo, mas a falar de nós dois: falamos pelos cotovelos, falamos que nos acabamos, conversamos com a boca, com os olhos e com a pele; sabemos mais um do outro do que de nós mesmos...

Meu Bem, escrevo-te com a mão envolta por nossa aliança de serenidade, amor e gratidão mútuos: sigamos a rir do mundo moderno e permaneçamos no nosso mundinho atemporal, dos finais de semana sem datas, do companheirismo eterno - eu te amo de todas as formas, Jandira, e tu, de volta, traz-me, de recompensa diária, amor em dobro (olho a vida com teus olhos e me lembro de mim, já com saudades de ti)... Pelos anos de vida a dois, pelos 5 vídeos, 5 DVDs, 10 livros e 20 CDs e pelos tantos outros presentes sempre tão bonitos, pelos incentivos, pela paixão sempre reacendida, pelo amor: feliz Dia dos Namorados, noiva, namorada, esposa e amiga...
 

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