segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

A Origem do Oscar...


Não, não falo do nada original A Origem, pretensiosa colcha de retalhos de Matrix, Brilho eterno de uma mente sem lembrança e A Hora do Pesadelo e metida a ficção-científica, mas, sim, da origem da “maior aposta do Cinema mundial”: o “Oscar” (leia-se com acento na última sílaba, igual ao nome do astro do basquete brasileiro, diferentemente do nome em Inglês) – “maior”, sem dúvida: afinal, ninguém entre nós é dado a apostas normalmente, assim como não damos a menor pelota para essa balela da imprensa de que o Oscar, dado a premiar sua própria indústria, seria o “maior prêmio do Cinema”...

E quando falo em “nós”, estou me referindo às “velhas cabeças pensantes” (hoje, mais velhas do que pensantes...) do extinto Clube dos Amantes do Cinema, antiga proposta cultural onde Sérgio Roonie e eu tínhamos um programa de rádio sobre trilhas sonoras de Cinema e proferíamos palestras e cursos, em parcerias com serviços sociais e universidades de São Luís. E, desde que nos entendemos por gente – Ricardo Alexandre viria depois –, realizamos o referido bolão para apurar quem é o mais “lógico” em “prever” o maior número de vencedores do prêmio da Academia.

“Lógica”, sim: afinal, quase um jogo de cartas marcadas com poucas surpresas, o Oscar tende a premiar seus eleitos "queridinhos" (só assim para explicar tantos prêmios para o "bom, porém chatinho" A Rede Social) ou aos filmes que mais renderam de volta à sua própria indústria – embora, de tempos em tempos, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood goste de enaltecer algumas “causas” (como Guerra ao Terror, que bateu o "independente e sem-chance", porém melhor, Preciosa, no ano passado)... De todo modo, o maior “vencedor” da aposta do “Oscar” ainda sou eu (normalmente dou sorte ao chutar nas categorias que ninguém viu, como documentário ou animação em curta-metragem, o que me rende pontos extras!), seguido de perto por Sérgio; e, bem atrás, Ricardo!

Numa festa artístico-capitalista, que, originariamente, era um jantar entre os artistas e técnicos da Academia (e hoje quase sem belos números ou emocionantes atrações e cada vez mais parecida com o engraçadinho MTV Movie Awards!), nada mais justo que hoje, entre amigos, alguns filmes queridos virem matéria de aposta e de animadas discussões em meio a um jantar para os ganhadores do nosso "Oscar"... Dos mais famosos momentos ao longo de tantos anos de aposta foram a "Noite no Cachorro-Quente do Sousa”, onde Sérgio se esparramou de ervilha e maionese à procura de uma bandeja, e a “Pizza de Metro da Casa Itália”, onde o hoje banido Ricardo (condenado ao ostracismo depois de recusar-se a pagar sua última contra-prestação) quase teve indigestão por comer "metros quadrados" demais...

Mas, sem dúvida, o que não dá para engolir é a Globo comprar todo ano os direitos de exibição e deixar os cinéfilos da TV aberta a suportar Fantástico e, o pior de todos, Big Brother, até mais de meia-noite, depois de mais da metade da cerimônia... E ainda por cima ter de agüentar os comentários de Maria Beltrão e José Wilker! Só a TNT salva (ainda que seja pela 'internet')...

Mas vamos aos indicados deste ano: seguindo um parâmetro antigo (até 1944), desde 2010 são dez os indicados à categoria de melhor filme – o que dificulta, deveras, ao "Sr. Ocupado" aqui poder ver todos o concorrentes! Mas, com uma pequena ajuda dos meus amigos (Rodrigão, valeu!) e do PC, um pouquinho de pirataria não faz mal a ninguém (até porque, se o filme é bom, depois faço questão de comprar o original para ter na coleção): assisti em casa Cisne Negro, A Rede Social, Bravura Indômita, Toy Story 3, 127 Horas e A Origem quando muitos deles nem nas salas brasileiras ainda estavam! Seguem no páreo O Discurso do Rei, O Vencedor, Minhas mães e meu pai e o independente Inverno da Alma.

Dos que eu vi, considerei Cisne Negro o melhor, com seu mergulho (literalmente) visceral, dinâmico e célere na(s) personalidade(s) de uma bailarina oprimida prestes a se tornar a principal estrela numa remontagem de O Lago dos Cisnes – lembrou-me O Inquilino e Repulsa ao Sexo, do mestre Polanski, onde o protagonista enlouquece gradativamente até se tornar outra pessoa por influências internas (problemas psicológicos) e externos (elementos fantasmagóricos e aterrorizantes). Em segundo, adorei Toy Story 3, tão engraçado e belo como seus antecessores, com um desfecho outonal e singelo especialmente para todos aqueles que um dia amaram seus brinquedos... Mas animação tem que concorrer com animação (feito com precedente apenas com A Bela e A Fera)! Bravura Indômita, mesmo sendo "mais fiel ao romance" homônimo, rendeu apenas um "filme acadêmico com tipos estranhos dos irmãos Cohen", sem a graça de John Wayne do filme de 69... Já 127 Horas é aquela "ótima edição baseada em fatos reais com uma cena forte no meio", no páreo somente devido ao excesso de indicados. E sobre A Origem, nada, mas nada mesmo, de novo no 'front'...

Dentre as categorias principais seguidas (diretor, ator, atriz e seus coadjuvantes), reforço que preciso urgentemente ver O Discurso do Rei e O Lutador (já baixados aqui em casa!)! Já quanto à linda Nathalie Portman, um adendo: apesar da franca unanimidade, acho que, no caso, o trabalho maior foi da direção-de-autor de Aranofski, e que ela foi melhor na indicação anterior (Closer): em alguns momentos "frágeis" de sua rica personagem, pareceu ficar devendo um pouquinho... Mas, num todo, e devido ao profundo personagem, valeu! E não havia como errar num filme grandioso como esse: é, como diria Marlon Brando, um "papel à prova do ator" (ou, no caso, da atriz)...

E, se não tivemos os "lixos extraordinários" das últimas indicações brasileiras dos Barretos ao Oscar (levaram O Quatrilho e O que é isso, companheiro, mas, graças a Deus, não conseguiram emplacar Lula, O Filho do Brasil para outra mancada em Los Angeles...), o nosso Lixo Extraordinário perdeu para o norte-americano Trabalho Interno. E já chega desse "complexo de vira-lata" de que nosso Cinema não ganha Oscar: grande coisa! Nosso ótimo documentário era tido como "azarão" pelos jornais norte-americanos porque "não era falado em Inglês" e "não refletia uma realidade dos EUA"... 'Bloody fuckin' americans'...

Mas, como diria a canção, é isso aí: ano que vem tem mais – justos acertos, injustiças homéricas e astros e atrizes a pulular com seus lindos (e milionários) trajes! Para Sérgio e eu, os últimos homens de pé nessa aposta grandiosa, resta um jantar para o vencedor e para botar os papos cinematográficos em dia: próximo sábado, na minha casa, viu, Serjão?!


Só 1 Oscar para Cisne Negro? Se o Oscar fosse justo...
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30 comentários:

Lia Araújo on 28 de fevereiro de 2011 03:29 disse...

Odeio o BBB profundamente, mas abomino na noite do Oscar... sinceramente, o Oscar realmente não é justo... pq se fosse já teriam dado um Oscar ao Leonardo Dicaprio em 2005. E tantos outros injustiçados... Ah... Portman estava maravilhosa... mas, concordo, a Alice de Closer é minha personagem dela favorita...

A Collin estava perfeito...mas, queria que Cisne Negro tivesse ganho.

Minha nossa... o que falar daqueles apresentadores, Wilker e Beltrão não dá mesmo de engolir... e os dubladores então....

ahh só a internet pra salvar... mas, a minha smepre me deixa na mão...


bjos
otima semana

Ilaine on 28 de fevereiro de 2011 04:27 disse...

Oi, Dilberto! Eu ainda não vi Cisne Negro, mas já ouvi e li tantos comentários sobre a atuação de Natalie Portman neste filme... penso que ela realmente tenha impressionado e merecido o Oscar. Estava lendo sobre o filme brasileiro Lixo Extraordinário e fiquei encantada com o trailer. Preciso ver. É emocionante a transformação do lixo (uma triste realidade) em arte pura. Parece muito bom. Beijo

Sergio on 28 de fevereiro de 2011 09:38 disse...

Dilberto ganhei esse ano e vamos pagar hahaha! Agora sério que festa morna não? Gostei dos filmes, achei esse ano melhor do que ano passado e por mim temos uma obra prima com Cisne Negro e bons filmes com Rede Social e O Discurso do Rei. A final gostei da premiação e somente queria melhor sorte para Cisne Negro que me deixou arrepiado e confirmou,para mim,o talento genial de Darren Aronofsky. Espero mais filmes sensacionais dessa cara.De resto James Franco é um pastel parece sempre chapado e Anne Hataway é uma graça meio sem sal. Por aqui gosto do Rubens Ewald Filho na tnt comentando,mas na globo nunca mais,aliás Globo nunca mais para tudo, odeio a vênus platinada.Só se trabalhasse lá falaria ao contrário rsrsrs. Abração e depois quero comer o lanche da aposta!

ANTONIO NAHUD JÚNIOR on 28 de fevereiro de 2011 10:53 disse...

Dilberto, foi uma cerimônia fraquinha, né? Apresentadores sem graça, o canto chato de Dion exaltando os que partiram, a patética participação das criancinhas no momento final...Até um Kirk Douglas velho, muito velho, não querendo largar o palco de jeito nenhum, foi constrangedor... Mas os prêmios foram justos. Era mais ou menos isso mesmo... Assisti na TNT (por incrível que pareça, sem o Rubens Ewald Filho - o que aconteceu?), mas dei umas escapadas rápidas na Globo, não aguentando muito tempo a Maria Beltrão e o Wilker.
Abração

www.ofalcaomaltes.blogspot.com

Jurandy Rocha disse...

Interessante texto, com viagens pelas amizades antigas e pelo cinema. E ótimas as trilhas tocando de fundo: minha favorita era a de A origem, parecida com a de Cavaleiro das trevas, mas que não ganhou.

Miguel S. G. Chammas on 28 de fevereiro de 2011 16:58 disse...

Dilberto, por tudo que vc escreveu, por tudo que já li à respeito. Fiquei com a opinião da Soninha, elegi o Cisne Negro que ela assistiu e me contou hoje pela manhã, e grças a Deus fui dormir ontem as 23,30.
Vá tomar uns aperitivos comigo lá no meu cantinho.

Jens on 28 de fevereiro de 2011 19:21 disse...

Camarada Dilberto, parabéns pela vitória. Pelo que se pode perceber, o passar dos anos não diminuiu a acuidade da sua capacidade de análise cinematográfica.
Se sobrar alguma coisa do regabofe, embala em uma quentinha e me envia por Sedex. Aliás, neste aspecto tenho uma dúvida implorando esclarecimento: Heidi, a gambá vesga, vai participar do jantar? Pelo que li, ela errou apenas uma das previsões que fez acerca dos ganhadores da estatueta...
***
Não vi a cerimônia de premiação. Na mesma hora estava assistindo O Discurso do Rei. Gostei. Trata-se de um filme sobre a superação e a amizade - feito sob medida para ganhar prêmios. Pessoalmente, estava torcendo por Bravura Indômita, que ainda não vi, especialmente por tratar-se de um bangue-bangue e trazer à lembrança a figura de John Wayne (assisti a primeira versão).
***
Por fim uma curiosidade: quem batizou o "Oscar" foi uma secretária de um dos chefões de Hollywood que, ao ver a estatueta, exclamou: "Parece o meu tio Oscar". E assim fez-se a história...

Um abraço e uma boa semana.

Helô Müller on 28 de fevereiro de 2011 20:25 disse...

Análise afiada, parabéns, Dilberto!
Já assisti alguns, mas, não ainda, ao "Discurso do Rei"... Irei vê-lo em breve! Quanto ao Cisne, gostei imenso da atuação de Nathalie ( na minha opinião, irretocável... ainda que como Alice, tb tenha sido! ), mas do filme em si, achei um dramalhão apelativo! rs Mas, o que seria da prata, se todos só gostassem do ouro, não é mesmo? rs
Bj
Helô

luluonthesky on 28 de fevereiro de 2011 20:29 disse...

É dilberto, coloquei minha opinião depois lá no blog. Agora te falo, Brasil nunca vai levar a estatueta, por mais que tenha qualidade. É a máfia americana contra os brasileiros.
Big beijos

ANTONIO NAHUD JÚNIOR on 28 de fevereiro de 2011 20:38 disse...

Amigo, estou com uma série de postagens recentes. Vê se gosta.
Abração

www.ofalcaomaltes.blogspot.com

ativista on 28 de fevereiro de 2011 21:37 disse...

Legal demais,10 arrasou.
seguindo,segue ai tbm.
http://hiphopactivistface.blogspot.com/
vlw

Ruby on 28 de fevereiro de 2011 22:06 disse...

Diberto, excelente resenha, eu não pude aasistir, mas como vc diz a Globo deveria mudar um pouco, parar de forçar a gente a ver a programação deles,porque fica na expectativa do Oscar, se bem que o SBT arriscou apresentar há alguns anos e não teve lá muita diferença, mas pelo menos lá se não me engano foi Rubens Ewald Filho. Eu aguardo ansiosamente poder assistir O cisne negro, tomara que valha a pena mesmo. Outro que quero ver é o Discurdo do Rei, vou ignorar a Helena Bornham-Carter.

Soninha on 28 de fevereiro de 2011 22:37 disse...

Olá, Dilberto!

Gosto muito de filmes e adoro ir a cinemas.
Tenho procurado assistir aos novos filmes e aos menos antigos também...
Adorei "Cisne Negro"...tive muitos insights vendo e vou aproveitar para minhas aulas e treinamentos.
Vou ver todos estes filmes indicados ao Oscar,mesmo que demore...Nem sofro se já terão saído de cartaz...Assistirei em DVD ou de qualquer outra forma...Afinal,com tanta tecnologia, não nos falatará meios para assisti-los, não é mesmo?!
Adorei sua análise geral.
Parabéns!
Valeu!
Muita az! Beijosssssssssss

Dilberto L. Rosa on 1 de março de 2011 18:03 disse...

Infelizmente, Camarada Jens, não fui vitorioso na aposta: se você bem perceber, quem ganhou "O Oscar" foi o amigo Sérgio. E de que Heidi estás falando? Heidi Klum? Se for, duas coisas dignas de nota: ela não tem nada de "gambá vesga"; e minha esposa não a deixaria sequer entrar no condomínio, ré, ré!

Helô, tudo bem que opiniões sobre filmes, por maiores as tentativas de objetividade, sempre conterão pontos valorativos, mas daí a chamar o denso suspense aterrorizante "Cisne Negro" de "dramalhão apelativo"... Estou sem entender até agora, rs!

Ruby, qual o problema com a pobre da Helena? Só porque ela se casou com o Tim Burton, rs?! Saiba que ela era um respeitada atriz inglesa na década de 80/inícios dos 90, favorita da dupla de sucesso Merchant/Ivory e continua boa, mesmo em filmes menores do maridão... E o SBT, lembrando-te melhor, também tinha o Ewald e começava a ser transmitido desde a entrada no tapete vermelho: o Silvio Santos é fiel e pontual...

Abraços a todos

Emmanuela on 1 de março de 2011 21:26 disse...

Olá! Como é bom poder apostar entre amigos! Não posso me acostumar com as injustiças do Oscar. Dada as circunstâncias na noite da premiação, só me restou torcer por Natalie Portman pelo prêmio de melhor atriz. Como você, PRECISO ver o "Discurso do Rei". Quero descobrir o porquê de tanta euforia ao redor do filme. Um grande abraço!

Scorpys on 2 de março de 2011 15:24 disse...

Olá morcego,tudo bem.Na verdade comecei a assistir a premiação mas achei tão chatinha que fui dormir.Dos filmes indicados vi apenas a rede social,bonitinho mas um tanto cansativo.Os outros nem posso opinir,mas segunda minha filha que é louca por cinema,o discurso do rei é interessante,apesar dela ser suspeita pois pra quem adoraaaa Tim doido Burton,que aliás o filme alice ganhou um premio acho que foi de fotografia,eu diria que ela tem um gosto duvidoso....rssr.Enfim,brincadeiras a parte espero que esteja tudo bem com sua familia e vc.Tenha um maravilhoso carnaval.
Beijussssssssss

Claudinha ੴ on 2 de março de 2011 21:55 disse...

Olá Dilberto!
Muiiito obrigada pelo presente musical e pela consideração. Fui ouvir sua trilha sonora nas antigas caixas Gradiente que eram do meu som e que meu filho mais velho adaptou, junto com as caixas do som novo e transformou o escritório num cinemão, só falta a telona! valeu!
Eu aprendi a observar nos filmes a sua trilha sonora. Ia com meu pai no cinema quando criança, ele escolhia e colocava o som antes dos filmes. Sempre foi famoso pelo seu bom gosto musical na cidadezinha. Minha eterna paixão é pelo canal 100 e pelas pernas musculosas dos jogadores se debatendo na tela.Junte-se a isto o meu gosto especial pela música erudita, por Chopin, Bach, Mozart e Beethoven.Só pode dar numa paixão e numa antiga ternura como diria o nosso amigo Marco.
Bem, eu não vejo a cerimônia do Oscar, porque não aguento e durmo. Mas gostaria< Dos filmes só assiti ao A Origem. Mas estou encomendando os ganhadores e ajo de maneira parecida à sua. Achei um site excelente do qual abaixei alguns filmes. Não posso julgar então, sem ver os filmes. Gostei da ideia de ter amigos que se reunem para falar de cinema. Faz bem, muito bem!
E agora, depois deste post de comentário, me despeço, deixando um beijo para suas meninas e para você!
Obrigada mais uma vez pela música!

Claudinha ੴ on 2 de março de 2011 21:59 disse...

Esqueci de falar uma coisa. Tenho paixões musicais, com as trilhas sonoras de todos os Chaplin e dos desenhos de Tom e Jerry. Mas tem duas trilhas que ainda me fazem chorar. A de Era Uma vez No Oeste e a de Entre Dois Amores...

Beijo procê!

*O gosto musical de meu pai, sua fixação pela música e grandes orquestras e composições, me ofuscaram a análise dos filmes> Sei bastante de atrizes e atores, das músicas, mas nada , nada de diretores e de roteiristas. Nada de Oscar , apesar de saber que SÃO MESMO cartas marcadas...
Beijo!

Dilberto L. Rosa on 2 de março de 2011 22:47 disse...

Por nada, Claudinha, e parabéns pelo "supersom" do seu filhão! E aguarde, em breve, nova lista nos Morcegos: "As Minhas (Pouco Mais) de 100 Melhores Trilhas Sonoras de Todos Os Tempos

Magui on 2 de março de 2011 23:29 disse...

Eu não acompanhei nada sobre a cerimônia.Tenho horror do Wilker, sua voz, seu sorriso metido a sarcástico.
Qt aos filmes, vou acabar vendo mas sem frisson.Como vc disse bem, tudo é selecionando com olhos na bilheteria.Por isso filmes brasileiros não tem chance, só mostram miséria e quem gosta de miséria é intelectual.

O melhor ator eu já tinha me admirado com seu trabalho em um seriado passado no século 19.Vai virar o docinho da vez, fazer um monte de filmes até esgotar sua imagem.Nada de novo.

Camille on 2 de março de 2011 23:30 disse...

Dessa lista, nao tentei assistir Bravura Indomita, acho que vou achar chato a priori. O Vencedor( O Campeao, sei la) tenho aqui e nao vi por igual motivo, puro preconceito. Nao achei O Cisne um grande filme, mas muito confuso em termos de construçao do personagem. Valeu para dar um holofote merecido na carreira da Natalie Portman, sempre boa.
Larguei no meio aquele da menina com pai viciado. A critica foi certeira so nessa: parece um filme de Clint Eastwood, nem sempre tenho paciencia.
Fiquei mesmo com o Discurso do Rei.
Meu assunto preferido sao os filmes mesmo, para colocar no blog, penso que é um assunto mais democratico, que todos gostam. Outros assuntos deixo para outros espaços. Estou correndo e escrevendo, me apressando por que preciso falar com a astrologa!!! A unica hora que ela tem para me explicar algumas coisas que mandou do meu mapa, la do Rio de janeiro. Mas ela é da terra de voces. Alias os melhores astrologos vieram do Rio Grande do SUl. Ai havia uma grande mestra, dona Eme, que nao conheci.
Um abraço e mande mais noticias de filmes. Adoro!

Rodrigo Mendes on 3 de março de 2011 00:46 disse...

Eu gosto muito de INCEPTION. Rs!

Enfim. A cerimônia de entrega do oscar até que achei divertida e rápida sem muito tric tric. Kirk Douglas salvou um pouco a noite com sua fibra.

Obviamente não gostei de O Discurso Do Rei ter levado. Dos indicados até Toy Story 3 é superior.

Ao menos a Natalie Portman ganhou! Fiquei pensando na possibilidade da Annete Bening levar a melhor como um pedido de desculpas pelas ótimas indicações por Beleza Americana e Adoravel Júlia, e por estas fitas ter perdido...e pelo visto continua perdendo, mas felizmente pelo filme certo.

Abs.
RODRIGO

P.S.Oscar é publicidade falaciosa americana. Meirelles disse que gostou de ter ido lá comer comida de graça. E ponto.

Thiago Leite on 3 de março de 2011 13:21 disse...

O Óscar é um reality show. O que já basta para que eu o coloque no meu Index Prohibitorum pessoal.

Inês tentou assistir à premiação, mas teve que esperar horas de comentários idiotas de apresentadores numa ridícula tradução simultânea (no estúpido canal E!) e atrizes bobalhonas tentando parecer elegantes no tapete vermelho. Acabou desistindo e foi dormir.

Tenho que me atualizar, ver essas novidades, contrabalançar com os tantos filmes antigos que tenho visto. Especialmente A Origem :P , Toy Story 3 e Cisne Negro.

E por falar em Inês, ela agora escreve na Teia Neuronial. Confira! :)

Ingrid on 3 de março de 2011 16:27 disse...

É, concordo que tem muita carta marcada no Oscar... Infelizmente, grandes artistas até hoje não conseguiram levar uma estatueta para casa (por exemplo, o já citado e muito talentoso Leonardo DiCaprio).

Bom, com relação ao Oscar desse ano, não posso falar muito, pois não consegui ver todos os indicados! Vou aproveitar o carnaval para me atualizar, e procurar uma boa nova trilha (o que nunca é difícil de encontrar haha) para colocar no blog =)

Parabéns pelo site! Gostei muito! Voltarei aqui mais vezes!!

Beijos,
Ingrid

Jandira disse...

Mesmo não entendendo muita coisa de cinema, dos indicados que vimos juntos, posso dizer que achei A Origem chatinho, 127 horas tem uma história bacana, Cisne Negro me causou arrepios vertiginosos, e Toy Story é maravilhoso!...E de uma forma ou de outra, acompanhei por um bom par de anos, tua fidelidade em assistir à cerimônia, apesar de todo tempo criticares a premiação e a transmissão truncada da Globo, bem como as apostas anuais com os meninos - geralmente era um pedacinho de papel com as apostas anotadas e uma letrinha ínfima... Mas jamais participei do lanche do vencedor... Até porque é pré-requisito apostar pra lanchar!rs rs. O texto está excelente e os clipes ficaram ótimos aí ao lado! Beijo pro maridão-cinéfilo mais bonito do mundo!

Canto da Boca on 5 de março de 2011 11:59 disse...

Como sempre eu acho a cerimonia do Oscar, um saco! Mas mesmo assim quis ver um pouco, porque eu estava na torcida pelo Cisne Negro, igualmente a ti, e lógico vibrei com a premiaçao dada a Natalie Portman, é de fato a prova do que uma equipe pode fazer.
Embora, Dilberto, ache que O Discurso do Rei, tenha seus méritos.... Mas o Oscar enquanto premio dado aos "melhores" nao é de fato sério....

Dilena disse...

Dilberto você é um eterno apaixonado pelo cinema. Lembro quando ainda estudante do Colégio Dom Bosco, a entrega do Oscar era e é o programa que você assiste com prazer.Apostando,comentando... Também lembro, do seu programa: Amantes do Cinema, dessa amizade com o José Maria e Sergio onde o assunto era quase sempre o mesmo:filmes, trilha sonora, autor, diretor...
Ando um tanto relaxada em ir ao cinema. Com esse texto maravilhoso, fiquei curiosa em ver: Cisne Negro O Discurso do Rei e Toy Story 3.
Parabéns filho. Você é grande! Beijos da mame.

Henrique Spencer on 6 de março de 2011 09:22 disse...

Escrevi um texto enorme e essa porcaria do blogger não publicou, pior perdi tudo que digitei.
Em desagravo a isso fica só o abraço final. Quando minha raiva passar volto pra comentar o post.

Marco on 16 de março de 2011 07:53 disse...

Caro primo,
Vejo Oscar desde sempre, desde quando começaram a transmiti-lo direo para o Brasil, o que rendia longas discussões com minha mãe, que queria que eu fosse dormir cedo, pois tinha escola no dia seguinte. Também desde sempre sou fã apaixonado de cinema. Poucas coisas são mais prazerosas do que me enfiar numa salinha escura para ver os tais 24 fotogramas correrem por segundo. Vejo, em média, 110 filmes por ano, só nos cinemas.
Por tudo isso, vejo a opinião de críticos e de amigos como mais uma opinião, que eu respeito, é claro, posso concordar ou discordar. Não acho que minha opinião seja melhor do que a de ninguém. Mas certamente não é pior. Eu gostei de "A Origem" e não acho que seja algo já visto. Eu, pelo menos, nunca vi uma história que trata de sonho dentro de sonho dentro de sonho. Mas o meu favorito era mesmo O Discurso do Rei. Uma boa história, com belas atuações. Eu já fiz papel de gago e sei o quanto é difícil. Achei a Portman maravilhosa no Cisne Negro. Não havia como não premiá-la. Quem é ator sabe que o trabalho dela tinha sutilezas que só um grande artista sabe dar. Da mesma forma, Christian Bale TINHA que ter ganho o Oscar de Ator Coadjuvante. Este rapaz tem feito trabalhos magistrais. Sua entrega aos papéis chega a ser estimulante para nós, atores. É isso, primo. Bela postagem. Carpe diem.

Игорь on 19 de março de 2011 09:23 disse...

Olá Dilberto !!

Andei um pouco ausente .

Well, assisti ao cisne negro ...

Não gostei . Talvez fosse meu estado de espírito, mas achei um tanto " over" e irregular

abração

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