domingo, 10 de março de 2013


Chuva no Concreto

A


chuva


que cai                          no concreto


é a mesma que           se desprende           do céu


sem se saber                  repetente          na constância          da vida


(Dilberto L. Rosa, 2004)


|

5 comentários:

Dulce Miller on 11 de março de 2013 10:29 disse...

Lindo... fiquei aqui refletindo...

Beijos n'alma! :)

Anônimo disse...

Nada

Que

Eu goste MAIS

Que

Essa BRINCADEIRA

Deliciosa.

COM AS PALAVRAS!!!



Beijos, Sabrina.

Claudinha ੴ on 11 de março de 2013 18:03 disse...

Um belo poema concreto, cuja imagem poética e material reflete as marcas deixadas pelas águas... Muito lindo, meu caro Shel..errr..., meu caro DIL... Beijos procê e pras suas meninas!

Elizabeth F. de Oliveira on 12 de março de 2013 16:48 disse...

Dilberto, fantástico esse poema!
Não somente pela imagética, mas sobretudo pela sólida construção conseguida. Li as várias possibilidades aleatórias que foram perfeitamente construídas no poema. Excelente!
Posso dizer que esse é um poema concreto muito bem 'concretado', cuja fundação é sólida, plural e poética. rs
Abçs

Lays Lewis on 16 de março de 2013 22:21 disse...

Ah, o talentoso Dilberto! Lindo poema, como sempre. Assim como a Sabrina, eu amo essa brincadeira com as palavras!

Beijo!

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