terça-feira, 25 de maio de 2010

Fortaleza da Solidão


- Posso não ser mais o Super-Homem que você queria, mas sou o super-herói que o momento exige... Bem longe do gigantismo de um certo kryptoniano, bem mais próximo de um "super-homem bizarro"...


Seja pelos Quadrinhos, seja pela série de filmes do Richard Donner com Christopher Reeve, todo mundo já ouviu falar da Fortaleza da Solidão, quartel general do personagem e palco de inúmeras aventuras heróicas ou estórias intimistas, espécie de refúgio kryptoniano do Homem de Aço na Terra... Seja nos antigos moldes da Era de Prata (anos 50/60), quando pululavam ingenuidades como as coleções de estátuas e troféus (como também na Batcaverna dessa época) ou a chave gigante que só o Super poderia levantar para abrir o portão (!), seja no conceito do artista John Byrne (década de 80), para quem a Fortaleza da Solidão não existiria no Ártico, mas seria o próprio Clark Kent (psicologicamente falando), o simbolismo da Fortaleza é um dos mais bonitos e melancólicos das HQs - e muito bem explicado e interpretado pelo "Mestre Jedi" Bruno Chagas no excelente Fortaleza da Solidão (não por acaso, 'blog' homônimo do forte alienígena!).

Toda esta introdução para falar de meu enfim-pronto espaço de produção profissional e de descanso: o gabinete de meu apartamento, espécie de escritório e "QG" de minhas coleções (livros, revistas, miniaturas, pôsteres, DVDs e CDs) - originalmente planejado por mim com um desenho de móvel embutido de peça única (mas adiado devido a certas mudanças de rumo financeiro inesperado...) e só agora erguido (no muque!) com prateleiras de madeira e estantes de aço (apropriadamente), organizado, finalmente, com todas as minhas "coisas"!

Para tanto, convido a todos os meus queridos blogueiros de plantão a conhecer este espaço, minha Fortaleza da Solidão - assim batizado porque no meu pequeno escritório praticamente ninguém entra e "em oposição" à BatCaverna, antigo Flogão que mantinha com fotos de minhas coleções quando solteiro na casa da mãe ('link' permanente ao final desta página, imagem do bonequinho do Logan lá embaixo!). Neste meu novo endereço virtual de fotos no Flickr, além das imagens de minha "Fortaleza", há outros álbuns com imagens pessoais, divididos em "Anos 80" ('post' Saudosa Loucura..., do último dia 10, abaixo) e "Viagens", todos com imagens flagradas por mim com celular ou máquina digital.

Lembro-me, com um sorriso no rosto, de quando o último carpinteiro esteve na minha casa para a instalação de novas prateleiras e vendo, à época lacradas nas caixas (porque ainda não havia onde exibi-los), as minhas então mais recentes aquisições de 'action figures' (jeito "adulto" de chamar bonequinhos e estatuetas de personagens do Cinema e das HQs), Batman e Indiana Jones, soltou "O senhor já viu aquele filme, 'Virgem de 40 Anos'!", em referência à genial criação de Judd Apatow e Steve Carrel (Andy Stitzer) no filme homônimo de 2005... É, não há como negar um lado 'nerd' (como na boa lembrança do amigo virtual Thiago Leite) fortemente influenciado pelos meus anos 80 - e que parece ter ganho força nos últimos 'posts' deste mês de aniversários especiais de maio, com novas "kryptonianas" a caminho...

Porém, como diria outro famoso (e 'nerd') herói, "com grandes poderes vêm grandes responsabilidades", este "super-herói menor" pede vênia aos queridos e assíduos blogueiros de plantão deste humilde espaço para retirar-se por um tempo em sua Fortaleza diante de uma longa jornada de conhecimento... Mas não sem antes mostrar a ela todas as canções, histórias poesia e amor acumulados ao longo de tantos anos de viagens por dezenas de outros mundos espalhados pelas vinte e oito galáxias conhecidas... E que ela nunca se esqueça desta viagem maior, nem de mim, quando souber enfim tudo que eu amei...


Até um dia...

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Isto são outros 30 anos...


Quase na hora de sair para nova lida à tarde e minha mãe, que atualmente adentra cada vez mais os mistérios desta grande rede mundial de meu Deus, telefona estranhada: "Filho, tem um bichinho que 'tá aparecendo no Google, como se fosse aquele joguinho..."; "Google? Não sei, mãe, não tenho visto esse 'site' esses dias..."; "É, né? Mas o que será... Por que 'tá aparecendo isso, hein?"; "Sei lá, mãe... devem ser aqueles tipos de "cabeçalhos comemorativos" de alguma coisa; a senhora não se lembra dos Jogos de Inverno, quando cada dia era uma modalidade?"; "É, como na Semana da Pátria também, deve ser... Mas será que dá p'ra jogar?"; "Com certeza, não, mãe!", no que mal sabia eu que, em comemoração a outro aniversário especial do mês de maio (depois, é claro, do meu, no último dia 13, e do lançamento de Star Wars - Guerra nas Estrelas, no próximo dia 25, ambos com 33 anos!), o Google, de uma forma bem original (o famoso labirinto onde eram distribuídos os personagens e as pílulas foi formado em torno das letras do famoso 'site' de busca), celebrava neste dia 21 os 30 anos de um ícone mundial, não só dos 'games' ou dos anos 80, mas verdadeiro símbolo de uma geração que nascia para os jogos eletrônicos: Pac Man! E, sim, dava para jogar no próprio Google (corra enquanto o 'site' ainda disponibiliza esta atração inédita)!

Enduro, River Raid, Asteroids, Pitfall, Freeway, Keystone Cops, da Atari, são alguns dos mais memoráveis jogos da era 2D dos anos 80, para bem além dos traços quadrados dos "paredões" do final dos anos 70 e muito antes dos atuais GTAs de hoje! Mas, de todos, era pelo Pac Man que havia um carinho especial pelas mais variadas idades (lembro-me mesmo de minha mãe ensaiando jogar algumas vezes - claro que, com ela, aquela bendita "musiquinha do fracasso", sonzinho até hoje repetido pela boca dos mais saudosos, sempre tocava rapidamente...)!

Engraçado é que não só minha mãe como todos lá em casa nunca chamamos de Pac Man a bendita "boca faminta" por pílulas e fantasminhas, que tanto ameaçavam como se desintegravam (o que dependia da "habilidade" em comer as pastilhas brilhosas e correr atrás dos bichos, que então passavam a fugir): nós o chamávamos de "Come-come"! E não por um aportuguesamento obrigatório dos anos 80 (bem diferente de hoje, onde as crianças já nascem bilíngües para filmes e jogos 'made in USA'), mas, sim, pela influência de um "rival" do famoso Atari: o Odissey (1983, Magnavox/Phillips) foi pioneiro mundial no mercado de 'videogames' e, aqui no Brasil (onde obteve sucesso maior até do que obteve nos EUA), tornou-se bastante popular "abrasileirando" títulos estrangeiros, como, além do citado "Come-Come" (K.C.'s Krazy Chase!), os mais queridos eram "Senhor das Trevas" (Demmon Atack) e o mais-que-brasileiro "Didi na Mina Encantada" (o então retumbante sucesso dos Trapalhões substituía o título original Pick Axe Pete!) - versões que, logo em seguida, ficariam famosas através do esmagador Atari com Pac Man, Megamania e Montezuma's Revenge + Donkey Kong, respectivamente.

Curiosa e coincidentemente, o recente saudosismo dos Morcegos diante da idade e das novas responsabilidades, quase em tom de despedida, no 'post' do último dia 10 (Saudosa Loucura, visualizado abaixo), já trazia fotos de uma relíquia: meu videogame Atari, fotografia constante do álbum "Anos 80" de meu Flickr - aparelho que ainda funciona, apesar de eu não mais jogar, devido a problemas com as "torres" dos contoles...! Relíquia sagrada de memórias em gráficos pueris (bem longe da violência explicitamente realista de hoje) e de jogabilidade simplicíssima - afinal, não importa quão modernos tenham ficado os 'videogames' (inclusive com versões atuais do Pac Man em jogos em 3D): o gosto mais saboroso é sempre o da lembrança revivida de momentos simples, como este avivado hoje, em que meu irmão Dilemberto, minha mãe Dilena e eu jogávamos "Come-Come" com o Pac Man do Atari, enquanto meu pai achava tudo aquilo uma grande "besteira tecnológica" (enquanto esperava, resmungando, a desocupação do então único televisor da casa para ver os noticiários)...


Vestígios de estranhas e antigas civilizações: os Pac Men estão entre nós há mais tempo do que possamos imaginar...

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Parabéns e paratodos...

Com uma forçada bipolarização entre o equivocado continuísmo de "um de nossos maiores ilusionistas de nossa Política" (nas doutas palavras de Marcelo Tas - apesar dos incontestáveis avanços lulísticos, é claro), com uma mulher sem expressão, e o "Retorno do Vampiro" PSDB e seus déspotas esclarecidos da "Ditadura Elitista-SP com cara de moderna", com seus conseqüentes e inefáveis atrasos setoriais brasileiros - e com o triste afastamento do trapalhão Ciro do que seria um divertido páreo -, só fiquei feliz nesta semana quando ouvi, ao longe, a musiquinha que me anunciava a felicidade de, enfim, ter em quem votar: "Ey-Ey-Eymael/ Um democrata cristão..."! É isso mesmo: José Maria Eymael, do esdrúxulo PDC, voltou para animar com seu refrão e encher de conteúdo a esvaziada disputa eleitoreira para o Planalto - "Porque a cadeira está vazia"!!!

Por outro lado, fiquei triste de dar dó por, além de ter sido proibido pelo Dunga de ver um criativo meio de campo nesta Copa, não poder ver dancinhas comemorativas com a verde e amarelo na hora de um gol na África do Sul - o que já era previsível: nem Ganso, nem Neymar... Só se o Robinho tirar o Roger Milla pra uma coreografia! É torcer para que o jogo burocrata e as escolhas "coerentes" relembre os bons resultados da Copa América e para que o povo brasileiro não se esqueça de ser patriota também depois da Copa do Mundo, em outubro...

E é assim, meio feliz, meio triste, que vejo, dentro de alguns instantes (nasci às 23 horas de uma sexta-feira 13 de 1977...), tudo mudar e completar-se o ciclo de 33 voltas minhas em torno do Sol, navegado pelo mar: com tanto por vir e outro tanto para fazer, quanto mais remo, mais rezo, seguindo torto, meio enviesado e com peito de remador - mas vou até o fim, até o infinito e além, para ver se, além do horizonte, existe um lugar bonito e tranquilo para a gente se amar...

Assim, com um pé de leve no chumbo nos anos 70, com o corpo de uma passada inteira por sobre os mais-que-divertidos anos 80, os braços cruzados por sobre a janela dos 90 e com o queixo apoiado nos 2000, esperando o sol e o trem que vem surgindo de trás das montanhas azuis de volta para o futuro de uma vida cheia de amores e surpresas, onde renasço um pouco a cada dia entre todos que me cercam de braços e abraços num romance astral... Obrigado por tudo...
Para animar a festa: a pedidos e a quem interessar possa, uma listinha de antigos desejos renovados (lista atualizada "Natal/aniversário": final do 'post' de 02/12/2009!) para qualquer alma caridosa que se apiedar... Então, para não perder a tradição, (re)veja aqui

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Saudosa Loucura...

Coelhos bem diferentes (nunca mais o Cinema de entretenimento norte-americano seria o mesmo): Blade Runner – O Caçador de Androides, E.T. – O Extraterrestre, Os Irmãos Cara de Pau, Monty Python e O Sentido da Vida, Rambo – Programado para Matar, Caça-Fantasmas, A Hora do Pesadelo, A Hora do Espanto, De volta para o futuro..., Quero ser grande, Curtindo a vida adoidado, Os Goonies, Top Secret, O Clube dos Cinco, Um Tira da Pesada, Trocando as Bolas, Gremlins, Crocodilo Dundee, Robocop – O Policial do Futuro, Máquina Mortífera, Conta comigo, Os Intocáveis, Corra que a polícia vem aí, Uma Cilada para Roger Rabbit, Brinquedo Assassino, Harry e Sally – Feitos Um para O Outro, Os Bons Companheiros...

Como eu bem ia dizendo, doido para atualizar-me na sala escura, eis que uma alma caridosa de um multiplex local de mim se apiedou e resolveu liberar a entrada de uma tarde inteira de folga: daí que achei de uma bebedeira rasa de efeitos e de correrias exageradas o novo Homem de Ferro 2, elevando à décima potência os pontos negativos do primeiro filme (inclusive com Downey Jr. fazendo um infinita e irritantemente mais engraçadinho Tony Stark – assim, nem Mickey Rourke salva!); de uma chatice a invertida reviravolta de gêneros em A Ilha do Medo, espécie de “mistura que não deu certo” de Uma Mente Brilhante com Um Estranho no Ninho, no novo e mais uma vez equivocado trabalho de Scorcese (nem a linda Fotografia “anos 50” do filme resolveu o problema do Mestre de Taxi Driver, irregular desde Vivendo no Limite); apenas divertida a nova comédia do impagável Steve Carrel, Uma Noite Fora de Série; e quase decepcionante a “releitura” de Tim Burton (cenários deslumbrantemente lúgubres, com árvores retorcidas, e música de Danny Elfmann ao fundo!) para Alice no País das Maravilhas – nesta tão genial fábula (reduzida a um apenas competente filme de fantasia à História sem Fim 2), faltou humor e, principalmente, loucura...

“Loucura: é a única palavra para definir...”, já diria o patético general de 1941 – Uma Guerra Muito Louca, esquecida, porém genial comédia do também ex-Mestre Spielberg: o que teria acontecido à magia daquele Cinema dos anos 80, quando, herdeiros das séries Guerra nas Estrelas e Indiana Jones, os filmes do assim chamado “cinemão” entretinham com inteligência, criatividade e, acima de tudo, boas doses de loucura e qualidade (até Terror tinha essa “magia” naquela época: vide Poltergheist)?! Extinguiu-se pelos pobres anos 90, onde só tivemos um pálido Robin Hood – Príncipe dos Ladrões, no comecinho da década, e, no final, os primeiros capítulos das sagas O Senhor dos Aneis e Matrix (sendo que, quanto a este último, só valeu o primeiro!)? Só assim para explicar a cada vez mais difícil tarefa de encontrar um pouco de magia ou inteligência no cinemão hollywoodiano dos últimos tempos, com raras e honrosas exceções (como Batman Cavaleiro das Trevas)...

Acho que anda faltando mesmo aquela “loucura” daqueles anos 80: aquelas manias de "combinar" tudo em meio a cores berrantes ou de tornar puras coisas absurdas (como usar ‘new wave’ purpurinado em cabelos com ‘mullets’; ou blusa xadrez com saia balonê e melissinha verde-cana; ou ainda aqueles biquínis cavadões, com as partes superiores dos bumbuns à mostra...)... Algo que, na Música, gerou clássicos com os da Blitz, Camisa de Vênus, Ultraje a Rigor e Eduardo Dusek, Léo Jaime e João Penca e Os Miquinhos Amestrados por aqui, e, nos EUA, Michael Jackson, Cindy Lauper, Information Society, Kiss, Oingo Boingo e The B-52’s; ou na TV, com TV Pirata, Armação Ilimitada e Perdidos na Noite por aqui e, por “lá”, Saturday Night LIve, Alf – O E.Teimoso, Automan, Esquadrão Classe A, O Homem de 6 Milhões de Dólares, Super-Máquina, Super-Vicky, Manimal...

Até os brinquedos eram mais inventivos – tanto que releituras de Banco Imobiliário, Jogo da Vida e Detetive (agora em versões bilíngües:Monopoly, Game of Life e Clue), juntamente a clássicos como Cara a Cara, Pula Pirata, Morcegos Equilibristas (antes, Beto Carneiro, do Chico Anysio, ilustrava os anúncios; hoje, um Batman com a cara de mal do Bale é que vem na capa!) e brinquedos como Comandos em Ação, Transformers, Fofolete, Pogobol e os unidimensionais gráficos dos genialmente divertidos jogos do Atari pululam por aí e são revisitados e idolatrados ainda hoje!

É, caríssimos blogueiros de plantão, como dizia o Coringa, no também clássico dos anos 80, A Piada Mortal, “Se disserem que você regula pouco, é porque não sabem como é bom ser louco... Não encarar as memórias é o mesmo que negar a razão”, ou ainda como diz o pai de Alice no belo trecho inicial do filme, "As pessoas loucas são sempre as melhores!"... Loucuras devem sempre ser memoráveis, cheias de tinta e de lembranças cheirosas... Decerto que muitas coisas boas foram e sempre serão feitas, mas aqueles bons tempos... Não sei, aqueles bons tempos dificilmente voltam mais...

Videocassetes mofados (uma pena...), Atari, álbuns de figurinhas famosos, Cara a Cara, bolamania, A Palavra É..., Mini-Senha, bloquinhos de montar, Resta Um, Ludo, 'puzzles', TV de fotos da "última viagem" para o Rio, Comandos em Ação, Thundercats, "vaquinha que dança", miniaturas de ferro, chaveiro do Batman, imitações de lagartixa e aranha e clássicas edições da Playboy (em destaque, Luíza Brunet, 86)... Mais fotos de minha coleção oitentista no álbum "anos 80" na minha galeria do Flickr

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Felizes Aniversários!


Tanta coisa acontecendo (e, para completar, com a 'net' prejudicada pelas fortes chuvas do fim de semana - São José e São Pedro, enfim, ouviram-nos as preces!) que este 'blog' acabou ilhado e embargado nos últimos dias... Mas hoje, correndo como o coelho atrasado da Alice (sempre achei uma das melhores animações da Disney, inteligentemente alucinado como o livro - será que Burton conseguiu acompanhar o ritmo para além do visual?), venho voando (como um embriagado Homem de Ferro, outro para a minha lista, tentando atualizar meu cinema desde Avatar...!) contar uma novidade que passou despercebida...


Na última sexta, os Morcegos completaram seis anos de existência desde que, naquela modorrenta tardinha de 30 de abril de 2004, no escritório de advocacia onde começava a trabalhar, depois de uma extenuante correria contra o tempo tecendo contra-razões para uma apelação, a dileta Drika me convencia, pelo MSN, de que ocupar um espaço gratuito virtual tinha mais benesses que simplesmente contar aventurinhas em diários na 'internet'... De lá para cá, busquei escrever direito (e "a torto") por tantas estações e cá estou, à beira de mais um derradeiro solstício, num mês de tantas mudanças, buscando urgente e impacientemente a alegria de tantos aniversários previstos para este mês - acho que o meu será o próximo... Um viva a nós!


"Rosa pra dormir, Rosa pra acordar
Rosa pra sorrir, Rosa pra chorar
Rosa pra partir, Rosa pra ficar
E se ter mais uma Rosa mulher...

É primavera
É a rosa em botão
Ai, quem me dera
Uma rosa no coração..."

Vinícius é quem sabia das coisas... Entre uma rosa que vem e uma rosa que vai, felicidades também para as velhas e novas mães deste mês de maio...
 

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